Um apartamento colorido e descolado

Quem disse que espaços pequenos devem ser brancos? Este apartamento cheio de cor mostra o contrário.  Aqui, é a decoração viva que faz tudo parecer maior.

Não há recurso mais poderoso do que a cor para acender uma decoração. Se ela puder ser valorizada por farta luz natural, tanto melhor. Essa combinação é o grande acerto deste projeto, assinado pela arquiteta e designer Adriana Yazbek.

 Um apartamento colorido e descolado

1) Sofá de Fernando Jaeger e almofadas da Art Maison. Tapete da Punto e Filo, poltrona da Conceito Firma Casa e mesa da Desmobilia. Na parede, obras de Fábio Zimbres e Andrés Sandoval e foto de Thyago Nogueira. Plantado em um vaso, um pé de jasmim-manga.

 Um apartamento colorido e descolado

2)Em vez de se desfazer do armário embutido no segundo quarto, transformado em escritório, Adriana fez dele uma generosa estante: manteve algumas gavetas e portas para organizar o que não precisa ficar à mostra e pintou a madeira com um tom de berinjela.

 Um apartamento colorido e descolado

3)A viga revela a integração do antigo quarto, emoldurando seu espaço aberto. Junto a ela, a parede pintada de azul, com tinta da Coral (Mar dos Golfinhos – tira176 Coral Dulux 90 GG 27/273), reforça a transição entre os ambientes. Note que esse tom aparece em vários pontos do apartamento, trazendo unidade ao conjunto. Como os laptops e outras inovações tecnológicas já não demandam tanto espaço, uma simples mesa faz o papel de escritório. Esta ainda abriga, sob o tampo, o pufe da Zizi Maria, que se desloca quando necessário. Vaso amarelo da Desmobilia e luminária da Lumini.

 Um apartamento colorido e descolado

4) Mantida como no original, a porta envidraçada da cozinha (4), que separa a lavanderia, serviu como mais um recurso para iluminar o apartamento. Ela soma sua dose de luz natural à iluminação vinda do quarto e também à recebida pela sala. A luminária laranja é uma obra de Adriana, assim como a escultura branca, no lado oposto.

 Um apartamento colorido e descolado

5) No quarto, os tons próximos sobrepostos são equilibrados com a variedade de texturas. Na parede, as esculturas de Adriana, de camadas de seda e papel de arroz, não têm a função de iluminar a leitura, mas criar uma atmosfera agradável e levemente cenográfica na cabeceira. A porta do quarto principal foi eliminada, e a parede, aberta. Com isso, a luz do cômodo invade o resto do apartamento. Com um tecido plissado, Adriana criou a cortina divisória, um recurso que traz certa privacidade e sugere o limite do dormitório. Sobre a parede rosa (Veludo Russo – tira 25 Coral Dulux 30 RR 10/321), esculturas de luz da própria Adriana. Colcha e almofadas da Zizi Maria e banqueta de Fernando Jaeger.

Inspire-se !!!!

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 CasaAbril

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