Quando o amor for tudo.

amor Quando o amor for tudo.

imagem de Luciana Elaiuy e Karen Hofstetter.

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou.

Ainda que eu reparta todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita.

O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento.

Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim, o dom das línguas cessará, e a ciência será inútil.
Pois o nosso conhecimento é imperfeito, e imperfeita é também a nossa profecia.

Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança,  falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança.

Mas, quando me tornei homem, deixei o que era próprio de criança.
Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa e depois, veremos face a face.

Agora, conheço de modo imperfeito e depois, conhecerei como sou conhecido.

Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança, o amor;
mas a maior de todas é o amor.

(1 Coríntios: 13, 1-13)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *